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Alverca do Ribatejo

Alverca do Ribatejo é uma cidade portuguesa do concelho de Vila Franca de Xira, com 17,89 km² de área e 31 070 habitantes (2011). Densidade: 1 736,7 hab/km².

Faz fronteira a nordeste com a freguesia do Sobralinho, a noroeste com o Calhandriz, a oeste com Bucelas (no concelho de Loures), a sul com Vialonga e o Forte da Casa, e a leste com o rio Tejo.

Tem por padroeiro São Pedro.

Alverca foi sede de um concelho medieval extinto em 1855. Pertencia às Capelas de D. Afonso IV. Embora se trate de um concelho sem foral, existem três cartas de confirmação: a de D. Pedro I confirmando os privilégios do concelho em 24 de Agosto de 1357; a carta datada de 19 de Abril de 1434, de D. Duarte, confirmando os privilégios e bons costumes e uma outra emitida em 23 de Abril de 1439, onde D. Afonso V confirma à vila de Alverca todos os privilégios, graças e mercês. O pequeno concelho era formado pelas freguesia de Alverca, Sobralinho e Santa Iria de Azóia. Foi elevada a cidade em 9 de Agosto de 1990. Foi a primeira localidade a ser elevada à categoria de cidade sem ser sede de município. Alverca é mais populosa que Vila Franca de Xira. Presentemente, disputa à freguesia de Vila Franca de Xira a posse do mouchão do Lombo do Tejo.

In wikipedia)


Património

Castelo
Alverca não parece ter sido nunca praça forte ou ponto estratégico militar de relevância. Com exceção da fratricida batalha de Alfarrobeira, não há história de campanhas sangrentas na zona. Sobre o “Castelo” pouco ou nada se sabe. Na origem terá sido um castro ou simplesmente um muro defensivo erguido pelos romanos. É possível que os mouros o tenham acastelado e que tenha servido de “casa senhorial” na Idade Média. De qualquer modo é na reconquista cristã que surge a estrutura que passou a ser conhecida por “Castelo”. Em 1755, o terramoto que arrasou Lisboa, teve efeitos desastrosos sobre o “Castelo”, que ruiu, e dele, hoje, só são visíveis alguns restos das muralhas.

Pelourinho
Data de 1530. Simboliza a autoridade municipal. No pelourinho eram justiçados crimes menores, com açoitamento ou exposição à vergonha pública. O Pelourinho de Alverca, pelo seu lavrado, é um exemplar notável do estilo Manuelino. Isso não impediu que sofresse os maiores vandalismos no século XIX, acabando por ser apeado em 1891. Só em 24 de abril de 1988, quase 100 anos depois, voltou a ser colocado no seu lugar, mostrando os efeitos da sua má conservação. No seu remate octogonal, uma das faces, mostra uma cabeça em cuja boca aparece a data do monumento -1530. Ainda no alto pode ver-se o escudo real do doador, D. Manuel I, e na face oposta a esfera armilar; o castelo de Santarém, com três torres, vila onde foi feita a doação; e 4 cabeças representando as ninfas do Tejo – as Tágides – que segurando na boca um cordão, unem simbolicamente o conjunto. O fundo granitado dos símbolos, representa o Tejo, povoações ribeirinhas, Santarém e Alverca. Acoluna – fuste(1) -, de forma cilíndrica, foi torcida com nervuras inversas em relação ao nó central, e assenta sobre 4 degraus poligonais.

(1) Fuste: a parte da coluna entre a base e o capitel

Marco da Légua
Falamos de algo que já não existe, o que é pena. O Marco da Légua, situava-se no sítio da Cruz das Almas, em Alverca, e marcava a distância a Lisboa (Carriche) pela antiga “estrada-real”, Lisboa – Loures – Santarém. A légua equivalia naquele tempo a 6179 metros. Hoje equivale a 5 mil metros. Em 1985, um acidente aparatoso de viação, desmantelou-o e a Junta de freguesia removeu-o. A parte superior do monumento ainda pode ser vista na zona verde do Largo do Mercado. Os marcos além da função de indicar as, distâncias, tinham uma outra função; a de indicar a hora solar. Eram relógios de sol. A esfera de pedra.. com que normalmente eram encimados, tinha gravadas as horas de I a XII. A hora solar, era indicada pela sombra de um esquadro de ferro, nela crivado.

Monumento “25 de Abril”
Data de 29 de julho de 1995. No Jardim Parque de Alverca, ergue-se, a partir daquela data, um monumento à revolução de 25 de Abril de 1974. Com a conquista das liberdades democráticas e o fim da guerra colonial, ganhou expressão o poder Autárquico local. A efeméride, é comemorada todos os anos com particular entusiasmo popular. O monumento faz evocação dos elementos à Revolução dos Cravos: a pressão da cadeia, a presença militar, as pombas, os verso e as canções.

Obeliscos
São dois. Foram mandados construir pela rainha D. Maria I em 1782. Situam-se na E.N. 10, entre Alverca e Forte da Casa (na realidade, hoje, estão no espaço desta última freguesia), junto às antigas portas de Lisboa. Os Obeliscos, um de cada lado da estrada, comemoram a construção da nova “Estrada Real” que saía da Encarnação e contêm as seguintes inscrições:

-Obelisco do lado esquerdo, na ida para Lisboa: “Matia I Máxima, Providentíssima e Pia Rainha Lusitana por Real resolução mandou que pela consignação aplicada para a reedificação das calçadas e limpeza da cidade de Lisboa, e seu termo, se fizesse esta estrada que tem de largura calçada vinte palmos, e por cada hum dos lados dez serem empedrados, e guarnecidos hum e outro lado de oliveiras”.

-Obelisco, do lado direito, para fora de Lisboa: “Princípio e termo de Lisboa. Aquela real resolução da mesma Senhora abrange a todas estradas e caminhos de termo da cidade de Lisboa em que estão plantadas oliveiras. O que tudo foi encarregado pela mesma Senhora ao dez.01 do Paço do Intendente Geral da Política da Corte e Reino Diogo Inácio Pina Manique. Em MDCCLXXXII tanto para comodidade dos variantes como também para o fruto das ditas oliveiras serviu para a Real Casa Pia e iluminação da cidade de Lisboa”.

Antiga Casa da Câmara
Pouco ou nada se sabe sobre a sua origem. O que se sabe é que o edifício ficou arruinado com o Terramoto de 1755. Contudo, ainda hoje, é possível apreciar o brasão da Rainha D. Mariana Victória de Bourbon, mulher do rei D. José, no centro da parede lateral do edifício. Imediatamente por baixo dele, uma lápide, datada de 1764, comemora a reedificação dos Paços do Concelho, mandada fazer por Paulo de Carvalho de Mendonça, do Concelho dos reis D. João V e D.José. Em baixo, está uma estela romana ou lápide funerária em mármore branco rosa. Há dúvidas quanto à sua origem: para uns, foi encontrada nos arredores de Alverca; para outros, ela é proveniente da “cerca moura” de Lisboa, após o Terramoto e foi trazida para Alverca. A estela tem inscritos caracteres latinos do século I que, traduzidos, dizem: “Marco Licínio Quadrato, filho de Marco, da tribo Galéria, está aqui sepultado”. Após a extinção do Concelho de Alverca em 1855, no primeiro andar do edifício, durante algum tempo funcionou a Escola Feminina. Em 1900, por cedência gratuita, funcionou aí, também a Estação de Correio – Telégrafo-Postal que, pouco depois, saiu para outras instalações. No rés do chão funcionou, até 1960, a cadeia. Em 1963, o edifício, na sua totalidade, foi ocupado pelo Posto da GNR, até 1975. De 1976 a 1988, no primeiro andar, funcionou a sede da Junta da Freguesia de Alverca, antes de se fixar na Rua Dr. Miguel Bombarda, sua sede atual. Em 1978, no rés do chão do antigo edifício foi criada a Biblioteca Bento de Jesus Caraça – Biblioteca Pública de Alverca – que ali funcionou até 1992, tendo sido substituída pela Biblioteca Municipal em edifício próprio. No primeiro andar funciona o Núcleo Museológico de Alverca, criado em 17 de maio de 1990, hoje, temporariamente encerrado para obras de recuperação e ampliação.

Igreja Matriz
É uma igreja de invocação a S. Pedro. Localizada junto ao Castelo, desconhece-se a data da sua fundação. O que se pode dizer é que é muito antiga e que foi reedificada várias vezes. Uma coisa é certa, já existia em 1449, quando da batalha de Alfarrobeira. O corpo de D. Pedro, Duque de Coimbra, ficou lá sepultado temporariamente. O grande terramoto de 1755 afetou profundamente a Igreja Matriz. O telhado abateu, a torre sineira caiu, bem como grande parte das paredes laterais. Ficaram de pé, a fachada, a sacristia e o baptistério, onde se continuaram a fazer batismos. As Imagens dos Santos, o Santíssimo Sacramento e outros valores foram transferidos, provisoriamente, para a Igreja da Misericórdia, até à reconstrução da Igreja Matriz.. A maioria das peças, no seu interior, provem do século XVIII, assim como as colunas que formam a nave, o retábulo da capela-mor, o estuque do teto e as pinturas. Dos séculos XVI e XVII poucas peças sobraram. Dos azulejos do século XVII é notável o painel que representa a libertação de S. Pedro pelo Anjo.

Capela S. Clemente
Situa-se no lugar de Arcena. Foi construída nos fins do século XVI, para nela ser venerada a “Santa Imagem de S. Clemente”, encontrada por populares, no sítio de Mato Sapinho. A capela, além da imagem de S. Clemente, tem no seu interior, bonitos azulejos dos séculos XVII ou XVIII na capela-mor, uma pia de água benta do século XVI, assim como várias lápides funerárias. S. Clemente, “Santo Milagreiro” – dizem os crentes – nos anos de seca, perante as preces dos agricultores, faz mesmo chover.

Capela S. Sebastião
Pensa-se que foi construída em 1661, data marcada na cruz do Cemitério de S. Sebastião (Cemitério Velho), onde se situa. Degradada pelo tempo, os seus valores, como imagens, painéis e outros, foram transferidos para a Igreja Matriz. Hoje, na parte recuperada do velho edifício, funciona desde 1980 a “Casa Mortuária”.

(in: jf-alvercasobralinho.pt)

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