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Algés

Algés é uma freguesia portuguesa do concelho de Oeiras, com 1,92 km² de área e 22 273 habitantes (2011). Densidade: 11 600,5 hab/km².

Algés foi elevada a vila em 16 de Agosto de 1991, tendo a freguesia sido oficialmente criada em 11 de Junho de 1993, por desmembramento da freguesia de Carnaxide. Não obstante, é lugar antiquíssimo, como se demonstra pela sua etimologia árabe (al-geis, «o giz», demonstrando a existência de jazidas onde se procedia à extracção de giz no tempo da ocupação muçulmana da Península Ibérica e em períodos anteriores).

Faz fronteira, a Leste com o concelho de Lisboa (freguesia de Santa Maria de Belém a Sudeste e de São Francisco Xavier a Nordeste); a Norte com Carnaxide, a Noroeste com Linda-a-Velha, a Sudoeste com a Cruz Quebrada – Dafundo, e a Sul limita com o Rio Tejo.

Os edifícios desta vila encontram-se construídos sobre uma ribeira, a ribeira de Algés, o que aquando de chuvas violentas dá génese a inundações deveras frequentes.

Na freguesia, encontra-se também a Estação Ferroviária de Algés, pertencente à linha de Cascais. Esta linha separa Algés do rio Tejo criando algum isolamento geográfico da vila à sua parte fluvial.

Demográficamente é tendencialmente envelhecida, não obstante a existência de imigrantes que se têm vindo a fixar nesta zona residencialmente mais acessível que Lisboa.
(…)

na foto Palácio Anjos (Algés)

In wikipedia)


Algés constitui a porta de entrada do concelho para quem se desloca de Lisboa. Dada a sua proximidade e acessibilidade a Lisboa, foi dos primeiros lugares do Concelho de Oeiras a transformar-se em área residencial de grande densidade, com a construção de edifícios representativos de diversas épocas.

A origem de Algés remonta ao tempo da ocupação árabe, tendo sido estabelecido então, por razões de segurança e na opinião de alguns autores até ao século XIV, um pequeno aglomerado que se localizava na parte mais elevada da atual vila, hoje conhecida por Algés de Cima. As principais atividades desenvolvidas eram a agricultura, designadamente o cultivo de produtos hortícolas e pomares, cujos produtos já se encaminhavam para o abastecimento de Lisboa.

A ocupação dos terrenos da encosta até ao vale da Ribeira de Algés dá-se por volta do século XVI, momento em que se inicia a construção de fortificações ao longo da margem direita do Rio Tejo.

A realização do aterro na zona ribeirinha, em 1890, destinado à instalação da via-férrea, criou as condições para a ocupação da parte mais baixa de Algés. Dinamizando o crescimento deste aglomerado urbano. Por esta altura, Algés começa a ser procurada por banhistas, como local para recreio e lazer, consequência da melhor acessibilidade.

As carreiras de elétrico, entre o Cais do Sodré e Algés e de “trens”, entre Algés e Carnaxide, têm início nos primeiros anos do século XX. O aumento da acessibilidade, causado pela abertura de avenidas na baixa de Algés e pela construção da Estrada Marginal nos anos 40, é responsável pela promoção da sua ocupação urbana e pela definição do perfil funcional deste lugar, em termos de atividade económica e de oferta de equipamentos.

Apesar do desenvolvimento de Algés estar profundamente relacionado com a proximidade à capital, esta situação não lhe retirou a identidade própria, antes pelo contrário, esta tem vindo a ser reforçada pelo trabalho de preservação do importante património histórico, cultural e paisagístico.
(in União de Freguesias de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada)


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